sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Review - Gears of War 3


Gears of War 3 é a Epic Games no seu melhor. Não tendo nada a provar, a sua tarefa neste tempo foi o de fornecer um final satisfatório para sua série de jogos de grande sucesso. Sem toda a pressão de ter que emplacar um novo game, Gears of War 3 já era sucesso garantido antes mesmo do seu lançamento – a Epic foi capaz de executar a versão mais confiante de sua carreira.
Para o grand finale, você verá que cada ação, cada controle e cada botão pressionado foram melhorados em todos os aspectos, as vezes sutilmente, ou as vezes uma interface inteira sofreu modificações. Há um monte de novas armas para brincar e as armas já existentes ainda continuam a fazer o trabalho muito bem, obrigado.
Gears of War 3 coloca os soldados COG do Esquadrão Delta de Marcus Fenix ​​em um planeta em cinzas, onde toda a população foi dizimada. A série Gears é tão sombria quanto pode ser, e a falta de esperança e o clima de tragédia criam um sentimento épico. Dois anos após a queda de Jacinto, já não existem grandes cidades em pé, nem lugares onde se refugiar ou reunir as tropas, por isso o pouco que resta da humanidade está vivendo aqui e ali em grupos desordenados. Os COGs  não estão mais tentando ganhar a guerra, eles estão quase extintos e apenas com a esperança de sobreviver ficando sempre um passo à frente dos Locust e dos Lambent.
Em Gears of War 3 as coisas são diferentes, porque os Locust ficam escondidos e, na maior parte do jogo os inimigos principais são os Lambent. Esses adversários imprevisíveis não temem por suas vidas, então não sentem a necessidade de ficarem atrás das coberturas. Eles vem pra cima de você com o peito aberto, como tanques. Eles também têm movimentos e táticas diferentes, alguns deles saltam alto no ar de seus enormes stalks, para caçá-lo.
O design das fases é mais equilibrado do que nunca, fornecendo a medida certa de tiroteios e breves pausas para respirar antes da próxima intensa batalha. E tenha certeza disso, há algumas batalhas realmente intensas em Gears of War 3 - o mais vívido e violento da trilogia. A campanha é boa, e tem pelo menos, 10 horas, tornando-o  mais longo da série. A Paleta de cores do jogo mais completa é uma mudança bem-vinda. Isso não quer dizer que agora Gears of War 3 se tornou um jogo colorido como o arco-íris, as cores continuam suaves e de alto contraste como sempre, você só irá perceber, que elas aumentaram.
Os jogos da série Gears of War sempre exigiram do Xbox 360 o máximo em gráficos, e isto sempre foi o que mais chamou a atenção, com enormes paisagens ao ar livre e interiores insanamente detalhados. Ainda me lembro da primeira vez que vi o Gears original rodando em uma televisão de alta definição. Os visuais que saltavam os olhos representaram um momento decisivo para mim, porque o nível de detalhes nítidos superou qualquer coisa que eu já tinha visto em um jogo antes - em qualquer plataforma.
Gears of War 3 coloca o motor Unreal da Epic para trabalhar e utiliza o seu máximo potencial com os melhores gráficos de qualquer jogo você vai jogar nesta geração - e isto se estende também ao som do game.
Gears 2 trabalhou duro para misturar estilos de jogo, colocando-o em diferentes tipos de veículos e tipos de fases, mas Gears of War 3 eleva esta quantidade às alturas. Dito isto, uma fase bizarra no início do jogo onde você joga como Cole em vez de Marcus me deixou frustrado. Longe de ser meu personagem favorito, pelo menos na saga, acho a caracterização de Cole muito exagerada, e tão clichê que até irrita. Esta seqüência foi longa demais para o meu gosto.
Esta seqüência centrada em Cole também foi apresentada fora de ordem do resto do jogo,mostrando-nos como uma equipe comandada por Cole encontrou-se com o resto da Delta em um momento chave em uma grande batalha. Isso marca a primeira vez que a série apresentou uma seqüência fora de ordem linear - um desenvolvimento interessante para uma série que nunca teve grande enfoque na trama. O jogo também experimentou contar histórias de outras maneiras, como apresentando alguns flashbacks surrealistas, para dois personagens principais. O primeiro deles foi mais eficaz do que o segundo, mas ambos ofereceram um vislumbre de como o mundo era antes do de E-Day, e como estes personagens eram naquela época, e desta forma podemos perceber o quanto eles foram alterados pela guerra.
Há um determinado ponto do jogo, um pouco mais de metade da campanha, que oferece drama e emoção de uma forma tão eficaz que deixa os outros momentos de drama de toda a  série na poeira. É uma história trágica que até mesmo o soldado mais durão seria incapaz de desviar o olhar.
Demorou para adição de um COG feminino, o que adiciona um equilíbrio muito necessário ao Esquadrão Delta. Anya - que até agora tinha sido nada mas que a voz de rádio da Delta, fornecendo notícias do HQ - finalmente veste uma armadura e se junta na luta, junto com outra mulher com sotaque britânico chamada Sam, que tem um certo interesse no atormentado viúvo Dom. As mulheres trazem uma espécie de companheirismo e força interior para a dinâmica de grupo que você não sabia que estava faltando, e são mais do que capazes de se virarem em uma briga. Percebe-se que Anya sequer obteve um upgrade de tamanho de modo a ela e Sam poderem igualar-se ao COG homens de proporções caricatas. (Aliás, há alguma uma razão para os soldados COG serem tijolos gigantes de carne? Quer dizer, eu entendo que é provavelmente apenas uma escolha estilística da Epic,mas você não pode assistir esses caras hulk,  interagindo com cidadãos comuns, ou mesmo com as novas COGs femininas, sem perceber o contraste dramático, e um pouco bobo, em tamanho. Isso sempre me incomodou na série. esses caras são geneticamente modificados, quando eles pedem? Qual é o lance?)
O trabalho musical de Steve Jablonsky (responsável também pela trilha sonora dos Transformers),se repete aqui assim como nos primeiros jogos, e eu aprecio a direção musical que ele toma. Muito mais “ação épica” do que “a sobrevivência triste.”  Uma música meio pra baixo seria suficiente para que todo o jogo entrasse em uma espiral de depressão, mas o trabalho de Jablonsky é tão bom que me dá vontade de  jogar os dois primeiros jogos novamente apenas para ouvi-la.
O final apresenta uma surpresa comovente, e algumas aguardadas respostas são finalmente reveladas. Isso não quer dizer que não existem perguntas que permaneçam sem resposta. (Se você está esperando por uma explicação do porquê da Rainha Locust ter a aparência tão parecida com uma humana, você irá se decepcionar.)
Além da campanha, você ainda vai encontrar muita diversão com os modos multiplayer renovados. A Epic realmente teve tempo de projetar esses novos modos, tomando nota dos problemas  e das qualidades  dos últimos jogos, criando soluções inteligentes. A engenhosa nova “Horde 2.0″ é a atração principal, e é certamente destinada a conquistar fiéis com a sua nova abordagem em matéria de “Tower Defense”. Um número de adições robusta para os modos online do jogo, como o nivelamento e sistemas de matchmaking, são projetados para colocar a popularidade de Gears of War 3 no mesmo nível de Halo ou Call of Duty.
Gears of War 3 é uma experiência de jogo altamente polida e sua execução beira a perfeição como nenhum jogo conseguiu antes. Definitivamente é um must-have.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Steve Jobs - 1995/2011

Abra o post para melhor visualização da imagem.


GOTHAM CITY IMPOSTORS: GAME GANHA DIVERTIDO TRAILER EM ANIMAÇÃO

Gotham City Impostors, o bizarro game de tiro online que colocará sósias de Batman eCoringa guerreando pelas ruas de Gotham, teve um novo trailer divulgado. Embora não apresente gameplay, o vídeo é uma bela animação produzia pela DC Comics, e ilustra de maneira criativa aquele velho conceito de “o inimigo mora ao lado”.
Confira a estilosa animação abaixo:
Gotham City Impostors deve ser lançado em 2012, somente via download, para PC,Playstation 3 e Xbox 360.
(Via: IGN)


AMY: NOVO TRAILER MOSTRA O PROCESSO DE ZUMBIFICAÇÃO DE LANA


Desde que foi anunciado o survival horror Amy vem despertando o interesse de muitos gamers, graças à sua temática sinistra e interessante. No novo trailer do game que acaba de ser liberado, a produtora Vector Cell nos explica um poucos mais sobre o processo de “zumbificação” da personagem Lana, e nos mostra também o que teremos de fazer para manter os cérebros longe da dieta da moça.
Se você não lembra da premissa do jogo, vamos lá: em Amy assumiremos o papel deLana, uma jovem cientista que se vê perdida em uma cidade dominada por uma terrível epidemia zumbi. No meio do caos ela acaba encontrando Amy, uma garotinha autista de 8 anos que aparentemente é imune ao vírus que está dizimando a humanidade. O problema é que Lana não é imune, e já está sentido os efeitos da “zumbificação” lhe afetarem.
O novo trailer apresenta os problemas de Lana com a zumbificação, as melhores formas de retardar o processo e (pasme!) até mesmo as vantagens em ser uma quase-zumbi!
Para quem não manja muito de inglês, a gente resume o que foi dito no trailer: Lana será ferida já no início do game, logo, estará exposta ao vírus zumbi. Sua aparência vai mudar, bem como a maneira que ela enxerga as cores e os ambientes, ela vai começar a ouvir vozes e se você não fizer nada para ajudá-la, é morte certa (o que é meio bizarro, visto que ela deveria virar zumbi de uma vez, não morrer).
Para retardar o processo de zumbificação de Lana, teremos três opções: segurar a mão de Amy, encontrar e utilizar um serum antivírus, ou utilizar máscaras de oxigênio (geralmente encontradas em cientistas e soldados mortos), pois o vírus se propaga pelo ar.
Mas ser uma quase-zumbi tem seus benefícios: neste estado, Lana pode passar tranquilamente entre os zumbis, que não irão persegui-la, visto que ela é praticamente uma deles. Lembra do Bill Murray disfarçado de zumbi no filme Zumbilândia? O princípio é o mesmo!
Amy está sendo desenvolvido por Paul Cuisset, mesmo criador do cultuado game Flashback. Embora ainda não tenha um dia definido final do trailer entrega que ele si ainda em 2011, sendo comercializado digitalmente via PSNSteam e Xbox Live.
(Via: Joystiq)


Novo trailer de Real Steel aparece anuncio de XBOX 720


Real Steel, novo filme protagonizado por Hugh “Wolverine” Jackman, tem uma temática bem gamer: no futuro, robôs treinados e controlados por humanos se enfrentam em violentas lutas de boxe, esporte que foi proibido para nossa espécie. Mas não é só a tematíca do filme que tem a ver com games. O novo trailer do filme mostra uma propaganda de nada menos que o Xbox 720!
Confira o trailer abaixo. O logo do (hipotético) Xbox do futuro aparece bem rapidamente a os 46 segundos do vídeo, no meio de placas de outras marcas e empresas (sugerimos que coloque em tela cheia e aumente a resolução para ver melhor).
A história do filme se passa em 2020, quando o boxe humano foi proibido e robôs humanóides pesos-pesado assumem o espetáculo, treinados e controlados por humanos. Neste contexto estão um pai (Hugh Jackman) e seu filho (Dakota Goyo), que treinam um robô para ser um campeão. O problema é que eles não tem muita grana e só conseguem acesso a peças de baixa qualidade, o que prejudica suas chances de vitória. Porém um dia a coisa muda de figura, pois eles encontram no ferro-velho Atom, um robô descartado que vence todas.
Bom, mas independente do Xbox 720, o filme parece bem bacana, não? Até a maneira como o Wolverine controla os golpes do robô faz as lutas parecerem um Kinect do futuro.
Grandes nomes estão por trás do filme: a produção executiva é assinada por gente como Steven Spielberg e Robert Zemeckis. A direção é de Shawn Levy, e o roteiro é inspirado em um conto de Richard Matheson, que já virou um episódio do antigo seriado Além da Imaginação.
Real Steel estreia nos EUA nesta sexta-feira. No Brasil, o filme chega no dia 21 de outubro, com o nome Gigantes de Aço. Aguarde a resenha da CultGamer!
P.S. Para quem ficou com preguiça de pausar o trailer, segue um printscreen da cena:
(Via: Gamespot)

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

YAKUZA DEAD SOULS: UMA BATALHA ENTRE ZUMBIS E A MÁFIA JAPONESA


É fato confirmado no mundo do entretenimento que zumbis combinam com (quase) tudo. Os desmortos já invadiram o velho oeste de Red Dead Redemption, a guerra de Call of Duty e a ilha paradisíaca de Dead Island. Agora eles vão invadir as ruas do Japão em Yakuza: Dead Souls!
Confira abaixo o bizarro vídeo que apresenta esta inusitada mistura: de um lado, temos diversos personagens clássicos da série Yakuza, de outro, uma multidão de zumbis famintos, com destaque ainda para algumas extravagâncias, como o braço de metralhadora de um dos personagens.
Vale lembrar que este não um game totalmente inédito: no Japão, ele já foi lançado há alguns meses, mas por lá seu título é Yakuza: Of the End. A Sega promete justificar a demora do lançamento ocidental com novos modos de jogo e outras surpresinhas.
Aparentemente o game vai deixar um pouco de lado a história da série Yakuza para valorizar apenas a boa e vleha matança dos comedores de cérebros, que invadiram as ruas do tradicional bairro mafioso red light.
Como bons caras maus que são, os membros da Yakuza não se deixarão intimidar, e se valerão de diversos tipos de armas (inclusive armas de fogo, algo não muitto comum na franquia) para dar cabo da zumbizada. A jogabilidade deve continuar a mesma da série Yakuza, mas provavelmente não teremos tantos combates corpo-a-corpo desta vez.
Desenvolvido e distribuído pela Sega, Yakuza: Dead Souls deve ser lançado em março de 2012. O game é exclusivo para Playstation 3.
(Via: Joystiq)

Preview da antologia Zumbis, que será lançada durante a Fest Comix!



Capa Zumbis - o mundo dos mortos

Revelado o preview do álbum Zumbis: Mundo dos Mortos, pelo Judão,  que será lançada pela Gal Editora agora em outubro, durante a Fest Comix. Além de trazer material publicado na antologia Zombies da britânica Accent UK (a mesma de O Que Aconteceu ao Homem Mais Rápido do Mundo?), o álbum terá também material feito por quadrinistas brasileiros como Gustavo Daher, Mauricio Muniz eAlvaro Omine (que também assina a capa ao lado do colorista Andy Bloor), além de pin-ups de Danilo Beyruth, Antônio Santos, Affonso Solano e Cláudio Murena. Esta é a primeira vez que a Gal publica material nacional.


Serão, ao todo, 144 páginas com histórias com humor, drama, horror, tragédias e tudo mais, sempre, é claro, com os zumbis como pano de fundo ou como personagens principais. Além dos brasileiros, o álbum tem também histórias assinadas por quadrinistas britânicos como Dave West, Marleen Lowe, Leah Moore e Kieron Gillen. O preço final ainda não foi divulgado.


A Fest Comix, que terá o lançamento de Zumbis, acontece entre os dias 14 e 16 de outubro no Centro de Eventos São Luís, que fica em São Paulo, próximo do Metrô Consolação e da Av. Paulista. 



MARKETING DA SONY JUNTA KRATOS, EZIO, COLE, SNAKE E OUTROS EM UM VÍDEO SÓ!


Não, caro leitor, isto não é uma piada: realmente existe um vídeo que coloca Kratos, Ezio, Solid Snake, Nathan Drake, Cole, Lightning e diversos outros personagens em uma singela homenagem da Sony aos gamers de todo o mundo, que ajudaram a fazer doPlaystation 3 um grande sucesso.
Confira o vídeo abaixo. Tente contabilizar quantas referências ao mundo dos games você encontra. Repare que mesmo os coadjuvantes que sequer abrem a boca também são referências: temos até um Paul Phoenix, de Tekken ao fundo de uma cena!
Pô, vamos concordar que faltou um Kratos “de verdade” neste vídeo… Sabemos que não seria fácil encontrar um sujeito parecido, mas podiam, sei lá, ter pintado o The Rock ou oVin Diesel de branco. Do jeito que está, o Kratos em CG destoa muito das pessoas de verdade.
Enfim, parabéns a Sony pela criatividade. E parabéns a todos os “Michaels” que contribuem com o sucesso do Playstation!
(Via: IGN)

terça-feira, 4 de outubro de 2011

INFINITY BLADE II: O VISUAL É DE PS3 OU X360, MAS O JOGO É PARA IPHONE


Não é de hoje que os celulares e smartphones estão se transformando em consoles portáteis. O que antes era um terreno fértil para produtores independentes, agora está sendo invadido por grandes empresas, que levam toda sua tecnologia para os smartphones. Você não vai acreditar quer este Infinity Blade II é um game para iPhone eiPad, tamanha a qualidade de seu visual.
Produzido em uma parceria da Chair com a Epic Games – e sua famosa Unreal Engine 3 –Infinity Blade II não teve muitos detalhes divulgados, mas se seguir a linha de seu antecessor, o game deve apresentar batalhas contra monstros e cavaleiros em um ambiente medieval, com possibilidade de troca de armas e equipamentos/
Confira abaixo o primeiro trailer do game e responda: estes gráficos não parecem saídos diretamente de um Playstation 3 ou Xbox 360?
Incrível, não?
Além do visual reformulado, Infinity Blade II contará também com recursos de sociabilidade, o que sugere modos de jogo multiplayer. Além disso, quem possui mais de um gadget da Apple compatível com o iOS5 poderá utilizar o sistema de salvamento na nuvem virtual da empresa para continuar seu game em diferentes plataformas.
Embora tenha sido anunciado apenas para o novo modelo de iPhone – o iPhone 4S, que foi anunciado hoje pela Apple – o Kotaku acredita que ele vai rodar também no iPhone 3GS, iPad e iPod Touch.
Inifity Blade II deve ser lançado no dia primeiro de dezembro. O preço do game ainda não foi divulgado.
(Via: Kotaku)

Assassin's Creed Revelation: Dois novos Trailers




Faltando pouco mais de um mês para o lançamento de Assassin’s Creed: Revelations, aUbisoft sergue investindo pesado na divulgação do game. de uma tacada só, o game recebeu dois novos trailers. Enquanto um deles resume a trajetória de Ezio, o outro apresenta a hookblade, uma nova arma que promete ser bastante útil tanto nas batalhas quanto na exploração.
Confira os vídeo abaixo. O primeiro deles mostra um pouco da trilha de sangue e aventura que Ezio vai seguir para encontras os mistérios escondidos por Altair, seu antepassado assassino:
Já o próximo vídeo apresenta a hookblade, uma engenhosa arma que mistura gancho e lâmina e promete acrescentar diversas novidades ao gameplay:
Assassin’s Creed: Revelations será lançado no dia 15 de novembro, com versões paraPC, Playstation 3 e Xbox 360. Versões diferenciadas do game devem sair também para Android, iPhone e Windows Phone.
(Via: Eurogamer)

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Bateria é capaz de recarregar em apenas 10 minutos


 
(Fonte da imagem: Engadget)


Durante a CEATEC 2011, conferência realizada no Japão entre os dias 4 e 8 de outubro, a operadora de telefonia japonesa NTT Docomo apresentou um modelo de bateria capaz de recuperar sua carga completamente em dez minutos.

Como mencionado pelo site Engadget, no estande da empresa havia um protótipo em exposição. A princípio, a tecnologia que consiste em um case com baterias de íon lítio é compatível apenas com um aparelho da Medias, o qual utiliza o Android e está disponível somente no Japão.

O componente revelado pode operar com até 6 ampères. Em testes realizados durante sua demonstração, o dispositivo marcou o consumo de 5,86 ampères – valor bem superior ao dos carregadores convencionais, que atingem em média 0,5 ampère. Poucos detalhes de como o equipamento funciona foram liberados.

Como cientistas vão hackear uma galinha para recriar um dinossauro



Os cientistas passaram anos afirmando que os dinossauros eram animais muito similares aos répteis que podemos encontrar atualmente. Nos últimos tempos, essa afirmação começou a ser contrariada, pois foram descobertos fósseis do período Cretáceo (época em que os dinossauros alcançaram o ponto mais alto da cadeia evolutiva) que mostram a existência de penas.

Isso significa que pode realmente existir uma ligação entre os dinossauros e as atuais aves. Com base nessa crença, um cientista norte-americano chamado Jack Horner está planejando recriar um dinossauro a partir do código genético de uma galinha. Para ele, há uma série de pontos da anatomia galinácea que comprovam a descendência evolutiva.

Então quer dizer que as galinhas são dinossauros evoluídos?


Pode parecer loucura, mas é isso que os cientistas estão afirmando. Jack Horner, paleontólogo, afirma que até mesmo a maneira como as aves dispõem os ovos nos ninhos é um traço da herança genética. E isso seria apenas o começo, pois anatomicamente ainda haveria uma série de elementos congruentes nas espécies.

Mas como seria possível – depois de dezenas de milhões de anos e de todas as evoluções pelas quais os animais passaram – fazer com que as galinhas criassem traços similares aos dos dinossauros? Na verdade, as mudanças genéticas não seriam realizadas para “adicionar novas funções”, mas sim reativar “funções adormecidas”.

Jack Horner (Fonte da imagem: Reprodução/Wired Magazine)





Isso seria feito por meio de uma técnica conhecida como atavismo experimental, em que os traços genéticos de antepassados são recuperados artificialmente. Segundo os cientistas, por mais que as espécies não manifestem algumas características, elas continuam disponíveis  nos códigos genéticos, mas a necessidade delas foi sendo diminuída até que pudessem ser totalmente reprimidas. É a evolução.

Casos isolados de atavismo natural ainda acontecem. É a explicação para nascimentos de pessoas com cóccix mais desenvolvidos (em forma de protocaudas) e outras características que são consideradas anomalias genéticas. Forçando a aparição desses traços, o paleontólogo deseja reconstruir um dinossauro.

Evoluir não é apenas crescer


É preciso que fique muito claro que mesmo que as galinhas sejam menores e menos fortes do que os dinossauros, elas podem realmente ser fruto da evolução deles. De acordo com as necessidades das espécies, algumas funções foram sendo deixadas de lado e a força necessária para a sobrevivência foi reduzida.

Com os seres humanos isso também é perceptível. Em fases mais primitivas, o homem precisava de pelos e força física bruta. Quando o homem aprendeu a utilizar peles para aquecer o corpo, a necessidade de pelos foi sendo reduzida, até que pudéssemos chegar ao que somos hoje.

Entendendo melhor o atavismo


Sabe quando alguém diz que você é a cara do seu bisavô? De certa maneira, isso é atavismo. Mais cientificamente: sempre que um elemento de determinada espécie apresenta manifestações fenotípicas (ou seja, externas e visíveis) que representem anomalias em relação aos outros – desde que essa anomalia  represente um resgate de gerações anteriores –, está sendo visto o atavismo.

Utilizando o exemplo dado pela revista Galileu: um bebê que nasce com um terceiro mamilo (traço que já foi presente em etapas distintas da evolução humana) está passando por atavismo. A diferença desse caso é que o atavismo foi natural, não forçado em laboratório, como deseja fazer o paleontólogo Jack Horner.

 
(Fonte da imagem: Dan Forbes e Jason Clay Lewis/Via Wired)


Devido à complexidade do projeto, várias gerações de embriões precisarão ser testadas. A cada função que o paleontólogo desejar colocar nos animais, serão necessários testes de muitas combinações genéticas. Por isso é muito pouco provável que nos próximos cinco anos a notícia do primeiro dinossauro criado em laboratório chegue. Se quiser mais detalhes, leia a entrevista que o cientista deu à revista Wired (em inglês).


Nada a ver com “Jurassic Park”


No filme de 1993, dirigido por Steven Spielberg, engenheiros genéticos conseguiram clonar dinossauros a partir de DNA encontrado em fósseis. Se você acha que essa seria a maneira mais simples de revivê-los, está enganado. Jack Horner afirma que isso é impossível, pois o DNA fossilizado é muito frágil e seria rompido a cada vez que os experimentos fossem testados
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E é por esse motivo que até hoje não foram feitos clones dos dinossauros. O paleontólogo afirmou ainda que utilizar atavismos forçados é a melhor maneira de reproduzir as características dos dinossauros. Ele agora está esperando o contato de biólogos com pós-doutorado para continuar com as pesquisas.

 
(Fonte da imagem: Reprodução/Universal Pictures)
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Você acha que essa é ideia é uma grande maluquice? Acredite, é real. É provável que durante os próximos anos nós vejamos uma série de avanços sobre as pesquisas de Horner. E você acredita que é realmente possível utilizar a engenharia genética reversa para transformar uma ave em um dinossauro?

NATHAN DRAKE, DE UNCHARTED, VIRA GAROTO-PROPAGANDA DO SUBWAY!




Se no Brasil o mercado de games anda ganhando terreno aos poucos, nos EUA as coisas são tão diferentes que empresas se unem com grandes redes de fast food para divulgar seus produtos. Que o diga Natahn Drake, herói de Uncharted, que vive altas aventuras e não derruba seu combo de sanduíche + refri do Subway!
A história é a seguinte: a Sony e a rede de lanchonetes Subway firmaram uma parceria que levará o multiplayer de Uncharted 3 para as lanchonetes Subway! Munidas dePlaystation 3 ligados em rede, as lojas permitirão que os consumidores experimentem o modo multiplayer completo do game, que contará com alguns “brindes” digitais exclusivos.
Jogadores poderão adquirir roupas, bonés e acessórios com a marca da lanchonete. Será possível evoluir até o level 35 e as estatísticas poderão ser posteriormente transferidas para o jogador, depois que o game for oficialmente lançado, no dia primeiro de novembro.
Para completar, os lanches do Subway terão copos e embalagens customizados deUncharted 3, com códigos que podem dar prêmios bem interessantes como viagens para os lugares onde Drake passa no game – França e Dubai, por exemplo – consolesPlaystation 3 e cópias do jogo Uncharted 3.
Tudo muito bacana, uma boa ideia para promover o game, e tudo mais… Só o que força um pouco a amizade foi o comercial de TV que apresenta a promoção:
É Drake, é melhor você continuar sendo um aventureiro, pois como garoto propaganda você não está com nada! Infelizmente, a campanha, intitulada “Taste for Adventures“, não chegará aos restaurantes Subway brasileiros. Já o game Uncharted 3 chega às nossas prateleiras com dublagem em português no
(Via: Destructoid)

O futuro não está totalmente perdido !



Ainda há esperanças! Não serão horrores como Fiuks, NX-Zeros, Edward Cullens e Malhações que acabarão com o futuro do planeta. Não enquanto houver pais que presem pela saúde e cultura de seus primogênitos desde tenra idade.
Um bom exemplo disso é o vídeo abaixo, onde um casal de irmãos assiste pela primeira vez uma certa cena de Star Wars Episódio V – O Império Contra-Ataca.
Minha expressão foi exatamente a mesma. Épico.
Ainda há esperanças!

WORLD OF WARCRAFT: PRÉ-VENDA BRASILEIRA TEM CAMISETA EXCLUSIVA


Há alguns meses, a Blizzard anunciou o lançamento ofical de World of Warcraft no Brasil, totalmente traduzido para o nosso português. Embora ainda não tenha uma data de lançamento definida, o game já está em pré-venda em diversas lojas, com um preço bem acessível e uma ótima novidade: quem se apressar, ganha de brinde uma camiseta exclusiva!
World of Warcraft será lançado no Brasil com menus, vozes e textos totalmente em português. A versão nacional do game traz o jogo original já com a expansão The Burning Crusade e um mês de acesso grátis por R$ 29,90. Passado o primeiro mês, o jogador deve pagar uma mensalidade de 15 pratas para continuar jogando.
Relembre o vídeo de abertura dublado em português abaixo:
As expansões mais recentes, The Wrath of the Lich King e Cataclysm, também chegarão ao Brasil totalmente em português. Cada uma delas custará 99 reais. Para saber mais detalhes sobre as versões nacionais de World of Warcraftclique aqui.
O site oficial da Blizzard lista as lojas que estão participando da pré-venda. Confira a lista completa clicando aqui. Lembrando que as camisetas só terão um tamanho (G) e só estarão disponíveis enquanto durar o estoque.
(Via: Blizzard)